dezembro 29, 2006

Pastéis de Molho


Tipicamente covilhanenses, estes pastéis, acompanhados com o respectivo molho de açafrão constituem, como diz Maria de Lurdes Modesto, "a mais espantosa das sopas portuguesas".

"Nos anos 20, os empregados fabris não tinham tempo para fazer sopa e então substituíram-na por estes pastéis, uma vez que despendiam muito tempo a confeccioná-los, aguentando durante várias semanas, o que não sucede com a sopa. Este Pastel seco é feito com massa folhada cortada em tirinhas, que se enrolam em forma de espiral, dobrando uma das pontas do pastel para rechear com carne de vaca refogada.O Pastel de Molho era e continua a ser servido com molho de açafrão.

(O molho) prepara-se da seguinte forma: põe-se água a ferver com sal, vinagre, açafrão e um ramo de salsa; coloca-se o Pastel num prato, deitando o caldo por cima, tapa-se com outro prato e aguarda-se um pouco (para "abrir"); o Pastel de Molho "abre", fortalecendo a refeição.O Pastel de Molho é composto por uma massa de margarina ou banha de porco, sal, farinha e recheado com carne guisada (cebola, louro e sal).Para além de poder ser servido com molho de açafrão ou chá preto, pode ainda ser comido apenas como Pastel."

Fonte: Câmara Municipal da Covilhã http://www.cm-covilha.pt/

Eu tenho a receita da massa dos pastéis! Haverá clientes interessados? ...

dezembro 23, 2006

Feliz Natal


Para todos, muitas prendas e muitas gulodices!


dezembro 19, 2006

Rissóis de Camarão

Nada têm de original, mas dão sempre jeito na mesa dos salgadinhos em tempos de festa, não é?

Quando tirei a foto ainda faltava passá-los por ovo batido e pão ralado, mas já eram engraçadinhos...

Para a Massa:
2 chávenas de farinha
1 chávenas de água
1 chávena de leite
1 colher de sopa de margarina
1 casca de limão
sal q.b.

Para o Recheio:
200 grs. de camarão
1 cebola média
2 colheres de sopa de margarina
2 colheres de sopa de farinha
2,5 dl de leite ou caldo de camarão
salsa · sal e pimenta · sumo de limão · 2 gemas

Massa:
Leva-se a água e o leite ao lume com a margarina, a casca de limão e um pouco de sal.
Assim que ferver, retira-se rapidamente o tacho do lume e de uma só vez deita-se dentro a farinha. Mistura-se com a colher de pau e leva-se o tacho novamente a lume fraco, batendo a massa sem parar, até que seque e forme uma bola. Deita-se sobre a mesa de trabalho e amassa-se até arrefecer.Deixa-se descansar durante uns 20 minutos.
Estende-se a massa com o rolo e dispõem-se sobre ela montinhos de recheio que se cobrem com a massa dobrando-a.
Cortam-se com o auxílio dum copo ou de um corta-massa.
Passam-se os rissóis por ovo batido, depois por pão ralado e fritam-se em óleo bem quente.

Recheio:
Cozem-se os camarões e descascam-se. (Há quem prefira descascá-los em crú).
Pisam-se as cascas e as cabeças e levam-se a refogar com a cebola e um pouco de margarina.Cobrem-se com água e deixam-se ferver.Entretanto pica-se a cebola muito finamente e leva-se a alourar com a margarina.Polvilha-se com a farinha, deixa-se cozer um pouco e rega-se com um pouco de leite e o caldo obtido da cozedura dos camarões, tendo o cuidado de o coar antes de utilizar.
Deixa-se o creme cozer até estar bem espesso.Tempera-se com sal, pimenta e sumo de limão e adicionam-se-lhe 2 gemas de ovo. Junta-se um pouco de salsa fresca picada.
É melhor deixar arrefecer o creme antes de o utilizar, facilita o trabalho...

Como fiz 6 dúzias, congelei uma boa parte!

Agora já sabem porque levo às vezes tanto tempo a aparecer!...

dezembro 17, 2006

Bolo de Maçã e Nozes

Esta é a minha receita preferida de bolo de maçã, hipercalórica mas deliciosa!
E é muito fácil de preparar.



Para o bolo:
4 ovos
2 chávenas de chá de açucar
2 chávenas de chá de farinha
1 chávena de miolo de noz
1 chávena de azeite virgem
3 maçãs descascadas e cortadas em pedacinhos
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de chá de fermento em pó
1 pitada de sal

Cobertura:
1 chávena de açucar amarelo
150 g de manteiga derretida
1/2 chávena de leite
1 pitada de canela

Bater muito bem os ovos com o açucar e juntar o azeite. Bater até não sentir o grão do açucar. Depois juntar a farinha peneirada com o fermento, o sal e a baunilha.
Juntar cuidadosamente as nozes e a maçã, em pedacinhos. Verter a massa num tabuleiro bem untado e cozer em forno médio.
Quando cozido, regar com a cobertura, que se prepara misturando simplesmente todos os ingredientes e levando ao lume até o açucar derreter por completo.
Cortar em quadradinhos, deixar arrefecer e deliciar-se, sem pensar muito no número de calorias por fatia... ;)

dezembro 15, 2006

Notícias do licor

Na segunda-feira passada acabei de preparar o licor de tangerina, mas não fiquei satisfeita com ele...
O cheiro a tangerina é convidativo, o sabor é excelente, mas apesar de o ter coado cuidadosamente, não se apresenta perfeitamente límpido na garrafa.
Se mais alguém tentou a experiência, gostava que me dessem notícias do resultado.


E ainda: há alguns dias a esta parte não consigo fazer comentários em alguns dos vossos blogs que passaram para a versão beta, o que muito me aborrece...A conta do blogger, ao contrário do que é indicado, não dá acesso.
Sabem como ultrapassar este pequeno problema?

dezembro 12, 2006

Frango com Ameijoas

Nos últimos dias, mais ocupada com a confecção de algumas prendas de Natal do que com a cozinha, tenho recorrido muito ao prático e trivial para as refeições da família.

Fiz um destes dias um franguito com ameijoas, de que passo a dar notícias.

Começa-se por temperar o frango, partido aos pedaços, com sal, colorau e um pouco de vinho branco. Deixa-se tomar gosto durante algum tempo e depois passa-se o frango em margarina ou azeite e reserva-se (eu usei azeite) para ficar bronzeado... Faz-se o mesmo a duas ou três tiras de bacon cortadas em pedacinhos. Retiram-se as carnes e, na mesma gordura, aloura-se cebola às rodelas e uns dentitos de alho.
Adiciona-se um bocadinho de vinho branco e polpa de tomate, mexe-se e deixa-se levantar fervura. Nessa altura junta-se o frango e o bacon, e uma folha de louro sem o veio central. Juntam-se também as ameijoas, que devem estar já bem limpas de areia.
Tempera-se tudo com sal e um pouco de piri-piri.
Corta-se um pimento vermelho em tiras e dispõe-se por cima. Tapa-se o tacho e deixa-se cozinhar em lume brando.
Servir polvilhado com um pouco de salsa picada.

dezembro 04, 2006

Licor de Tangerina



Estas são as tangerinas do nosso quintal, mesmo a calhar para preparar o licor, porque não são tratadas com produtos químicos.
Estão agora bem mais maduras do que quando foi tirada a fotografia, e hoje resolvi-me a tentar esta receita, que ainda vai a tempo do Natal.

A primeira fase consiste apenas em lavar as tangerinas, cortar 75 grs de casca dos frutos em tirinhas finas e pô-las a macerar em 1/2 litro de aguardente. Foi o que fiz hoje.

Fica assim durante uma semana e tem de se mexer todos os dias. Depois retiram-se as cascas da aguardente e escorrem-se. Lavam-se em 3 dl de água que se aproveita para a calda.
À água juntam-se 600 grs de açucar, mistura-se tudo e leva-se ao lume até atingir ponto de pérola. Deixa-se arrefecer a calda e mistura-se com a aguardente onde maceraram as cascas; coa-se o licor e guarda-se.
Pelo mesmo processo pode preparar-se licor de laranja: basta que se use casca de laranja em vez de casca de tangerina.

A receita é do chefe Silva. Daqui a uma semana mostro o licor e digo se ficou aprovado.

dezembro 02, 2006

Travia... Sabem o que é?

Não?

Dêem uma vista de olhos aqui.

dezembro 01, 2006

Amarelo da Beira Baixa



Queijo de mistura (ovelha e cabra)curado, de pasta compacta e ligeiramente picante.

novembro 26, 2006

Caldeirada à Fragateira

Na sexta-feira passada, ao passar pela banca do peixe na praça, ocorreu-me a ideia de preparar uma bela caldeirada, daquelas que apuram com calma, e para onde a colher de pau não é chamada.
Comprei safio, raia, cação e cantaril. Se houvesse enguias teria juntado uma, e o tamboril também teria sido boa companhia. mas tudo o que não há se escusa.

Chegada a casa limpei e lavei o peixinho, cortei-o em pedaços e salpiquei-o com sal.
Descasquei duas belas cebolas e uns dentes de alho. À falta de melhor, porque a época dos tomates já acabou, abri uma lata de tomate pelado.

Posto isto, escolhi o tacho de fundo mais espesso e começei a acomodar os ingredientes assim:
Um fundo de azeite no tacho, rodelas de cebola, uma folha de louro, um dente de alho picado, uns ramos de salsa acabada de colher. Uma camada de peixe e uma de tomate às rodelas, mais a polpa respectiva. Mais cebola, mais peixe, mais tomate... Tudo temperado com sal, pimenta, e umas gotas de piri-piri. Mais um golinho de azeite.
Tapei o tacho e levei ao lume, brando, durante cerca de 30 a 40 minutos.
Durante esse tempo fui sacudindo suavemente o tacho, para que nada se pegasse ao fundo, e a tampa permanecer no lugar.
Quando ficou pronto, servi sobre fatias de pão de mistura.

Se tivesse sobrado caldo, cozia umas massinhas à parte e fazia a sopa da caldeirada, mas tal não aconteceu.

Tirei esta foto, que peca por não ter cheirinho...

Feijão Arroz

Eis finalmente o feijão-arroz, comparado com outros dois tipos de feijão bem conhecidos:



- Em cima o feijão catarino
- Em baixo o feijão frade comum
- À direita o pequeno feijão-arroz

Curioso, não é?

novembro 21, 2006

Pãezinhos de Queijo


Enquanto não mostro o feijão arroz, sempre vos digo que fiz pãezinhos de queijo, segundo uma receita da Eliana, e que ficaram muito bons. Uma delícia , para quem gosta muito de queijo, como eu...
Receita textual da Eliana:

"1/2 ql de polvilho (doce ou azedo)
400 g de queijo ralado
1/2 xícara (chá) óleo
3/4 xícara (chá) farinha de milho
200 ml de leite frio
sal a gosto
1/2 xícara (chá) água fria
2 ovos

Preparo:

Coloque o polvilho numa vasilha grande e tempere com o sal, pegue a água e faça uma chuva com ela sobre o polvilho, e comece a sovar, até ficar bem fininho, esquente bastante o óleo e escalde o polvilho e reserve. Em um prato fundo coloque a farinha de milho e vá adicionando o leite até virar um mingau bem molhinho e molhadinho, se sobrar leite reserve você pode precisar dele. Ai você vai juntar ao polvilho reservado o mingau de farinha de milho, o queijo ralado, os ovos e sovar bastante, se perceber que a massa esta um pouco dura vai pingando leite e sovando até ficar macia. Faça as bolinhas e asse em forno 180 graus até dourar. Você pode também fazer as bolinhas e levar ao freezer por até 3 meses".



Obrigada, Eliana! :D

novembro 17, 2006

Adivinha...

Viver e aprender...
Alguém sabe o que é feijão arroz?

:) Fico à espera das vossas sugestões!

novembro 16, 2006

A pedido da Vandinha...

Aqui vão as receitas do creme de pasteleiro e do creme de manteiga.
Com os doces não há "olhómetro", é tudo devidamente pesado e medido!

O creme de pasteleiro :
Ferver 1/2 litro de de leite com uma vagem de baunilha ou com uma casca de limão, segundo as vossas preferências. Reservar.

Bater bem 4 ovos inteiros com 150 g de açucar, juntar 2 colheres de sopa de farinha e duas colheres de sopa de manteiga amolecida.

Quando tudo estiver bem batido e homogéneo, dissolver com o leite previamente fervido com o aroma escolhido e levar a mistura ao lume, num tachinho. Deixar engrossar o creme, em lume brando, mexendo sempre. Este creme não talha ao lume, se a temperatura for devidamente controlada, por isso deixem-no cozer devidamente.


O Creme de manteiga:
1ª fase - colocar uma tigela com 1 ovo inteiro e uma gema sobre um recipiente com água a ferver. Juntar 75 g de açucar e bater até a mistura ficar cremosa e leve e não se sentir o açucar (muito importante!)
Retirar a tigela do banho-maria e deixar arrefecer. Eventualmente colocá-la num recipiente com água fria ou mesmo gelo (agora, com o tempo frio, não é preciso).

2ª fase - bater 250 g de manteiga sem sal até ficar em creme, e juntar 40 g de açucar em pó. Bater bem, até a mistura se mostrar fofa. Adicionar cuidadosamente a mistura de ovos, aos poucos. Envolver bem, de modo a que o creme fique bem liso.

Este creme pode ser aromatizado com café, chocolate, ou licor... para o colorir basta juntar algumas gotas de corante alimentar.

Nota: Esta é a receita, na íntegra, do creme de manteiga.
Dado não ser aconselhável usar preparações com ovos crus, e apesar dos ovos utilizados aqui em casa serem recolhidos diariamente na capoeira, por se tratar de crianças não arrisquei... O creme que aparece nas fotos foi preparado como se explica na 2ª fase, não fiz a mistura de ovos. Aumentei apenas ligeiramente a quantidade de açucar em pó.

novembro 14, 2006

O São Martinho e as 4 Primaveras

O dia de São Martinho foi por cá um dia de festa dupla: a minha afilhada faz anos nesse dia.


Para além do magusto e da jeropiga, há festa de aniversário e criançada.
A madrinha também contribuiu, claro está!
Para além de outras coisas, fiz um bolo-comboio, composto por quatro carrugens multicolores, cheias de gomas, smarties e outras guloseimas.


As carruagens devem ser cozidas em formas de bolo inglês pequenas, de 10 x 15. O ideal são as formas de papel ou alumínio descartáveis. Como não me foi possível encontrá-las, tive de utilizar formas de bolo inglês de tamanho normal, e cortar cada "carruagem" ao meio. Claro que isto interfere no resultado estético final, para pior.

Para cada "carruagem" são necessários :

3 ovos
125 g de açucar
80 g de farinha
raspa de meia laranja
1 pitada de sal

Batem-se as claras em castelo com a pitada de sal. Quando estão quase a atingir o ponto, junta-se-lhes metade do açucar e batem-se um pouco mais. Reservam-se.As gemas batem-se com o açucar restante, até formarem um creme volumoso e esbranquiçado. Nessa altura junta-se a farinha peneirada, aos poucos, alternando com as claras batidas anteriormente, e a raspa da laranja.
Verte-se a massa nas formas, untadas e polvilhadas com farinha. Cozem em forno a 180ºC.

Utilizei creme de pasteleiro para rechear cada bolo, e no fim barrei-os com creme de manteiga, que separei em quatro porções. A cada porção juntei um pouco de corante alimentar, para obter 4 cores diferentes.

Como sobraram ingredientes ainda lhe fiz mais este, para partilhar com os amiguinhos do infantário:



Aqui a decoração ficou a cargo da minha filha Joana, que se saiu muito bem, não acham? Pena que as cores da foto não sejam fiéis...

novembro 12, 2006

Pargo Assado no Forno

É quase sempre assim que asso peixe no forno, no dia-a-dia.
Da última vez eram pargos pequenos, assei um por pessoa.

Começo por salpicá-los com sal, para tomarem gosto.
Depois disponho cebola cortada às rodelas na assadeira, tomate em lâminas, uma folha de louro e uns raminhos de salsa.
Coloco o peixe por cima desta "cama" e rego com azeite e sumo de limão, e uns dentes de alho esmagados. Tempero com um pouco mais de sal e pimenta.
À volta, junto batatinhas cortadas aos quartos, para assarem com o peixe, e sirvo com uma salada verde.

Assim, muito simples.

novembro 10, 2006

Doce de Abóbora



A simples receita do meu doce de abóbora:

Limpo e corto a abóbora em cubinhos;
Por cada quilo de abóbora limpa uso 900 grs de açucar, 200 grs de miolo de noz, e um pau de canela.

Ponho tudo numa panela, e deixo ficar assim de um dia para o outro. A abóbora larga água e o açucar transforma-se numa calda.
Levo a panela ao lume, destapada, e deixo-a ferver em lume brando até ganhar ponto.
Aqui é que reside o busílis, porque sem pesa-xarope só com a experiência... Para 3 quilos de abóbora, isso nunca leva menos que duas horas e meia, mais ou menos.
Para verificar,deita-se um pouco de doce num pratinho e passa-se o dedo; quando a "estrada" que abre se mantém, em princípio o doce está pronto.

Nessa altura junto-lhe as nozes partidas, e verto o doce em frascos esterilizados.
Nunca o desfaço com a varinha, gosto de encontrar os pedaços de abóbora que resitem à cozedura. Quem gostar dele desfeito pode sempre passá-lo, claro.

Se ultrapassar o ponto crítico, o doce ganhará crostas de açucar; se pelo contrário não tiver "ponto", não se conservará devidamente.

novembro 07, 2006

Réstias de Sol

Tanta chuva, tanta chuva! E o Verão de São Martinho que não chega...

As últimas flores do meu jardim:










E as cascatas que correm pelas encostas:

novembro 06, 2006

Tarte à Florentina

Chama-se "à florentina" como tantas outras preparações, porque leva espinafres.
Segundo Mª de Lurdes Modesto, parece que a razão da denominação tem alguma coisa a ver com Catarina de Médicis, que foi rainha de França mas era natural de Florença, e gostava muito de espinafres... E ela merece todo o crédito.

Preparei esta tarte num daqueles dias em que o frigorífico não tinha muito para me inspirar e eu estava com pressa. Não fiquei desiludida!

Usei uma base de massa folhada comprada pronta e preparei assim o recheio:

Alourei 125 g de bacon cortado em tirinhas num pouquinho de azeite, retirei o bacon e salteei 350g de espinafres até amolecerem.
Juntei-os ao bacon e misturei tudo com um requeijão batido, 1 dente de alho espremido, um pouco de queijo parmesão ralado, 2 ovos inteiros e coentros picados.
Tudo temperado com sal, pimenta e uma raspa de noz-moscada.

verti na forma, previamente forrada com a massa:



Pûs-lhe as aparas da massa por cima do recheio e levei ao forno até solidificar, sem deixar cozer demasiado.





Gostei muito, e vou fazê-la mais vezes, também para alegria das minhas filhas, que gostam quase tanto de espinafres como Catarina de Médicis!

novembro 02, 2006

Outono...































Às castanhas, que estão a "velar" vai fazer companhia a jeropiga, que está na adega, já no dia de São Martinho!

A geleia de marmelo e a marmelada já estão prontas...

Da abóbora vou fazer o meu doce preferido, com nozes, claro. Depois mostro.