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fevereiro 28, 2009

Fusili com atum



A falta de tempo e a correria do dia-a-dia fazem-me procurar receitas rápidas e saborosas para o jantar, como esta. Fácil de fazer, com ingredientes que temos sempre à mão.



A sugestão encontrei-a no livro da Paula Veloso, "Dietas sem Dieta". Quem disse que uma comidinha saudável não pode ser apetitosa?...

Então cá vai:

Cozi meio pacote de fusili tricolor em água com sal e um fio de azeite. Reservei.

Num tacho refoguei uma cebola média bem picadinha com dois dentes de alho.Quando ficou lourinha adicionei dois belos tomates maduros em pedaços, limpos de peles e sementes.

Estes tomates são do nosso quintal; na época deles, quando é impossível consumi-los todos, congelamos alguns, que depois nos permitem preparar bons cozinhados.

Juntei também duas colheres de sopa de polpa de tomate, para intensificar a cor. Temperei com sal, pimenta, e juntei um talo de aipo em pedacinhos, que não vinha indicado na receita. Apeteceu-me...

Deixei apurar e fui juntando uns golinhos de água, para não deixar secar.

Quando ficou no ponto,abri duas latas de atum e juntei ao tacho, bem como a massa reservada. Envolvi tudo, deixei aquecer bem, e servi com salada de alface. Faltaram-me os coentros picados, para polvilhar...

agosto 19, 2008

Gambas à Rap'ó Tacho
















Há momentos assim, em que de repente nos surge uma ideia, vinda do nada, com resultados surpreendentes! Esta insinuou-se perante uma caixa de camarão selvagem de Moçambique, de qualidade irrepreensível.

Comecei por salpicar os bichinhos com sal grosso e assim ficaram durante algumas horas.
Na altura de os cozinhar coloquei um fundo de azeite num tacho, juntei-lhe dois dentes de alho passados pelo espremedor e levei ao lume. Deixei-os fritar muito ligeiramente, sem alourar, e deitei uma colher de sobremesa de pimentão doce.
Nessa altura juntei o camarão e salteei-o no azeite até ganhar cor, agitando apenas o tacho. A colher de pau foi completamente banida nesta operação.

Neste ponto juntei uma cerveja mini, umas gotas de piri-piri e um raminho de coentros picados, rectifiquei o sal e deitei uma pitada de pimenta branca.
Deixei fervilhar o tempo estritamente necessário para evaporar o alcool e cozer o camarão.

No fundo do tacho ficou um molhinho a pedir pão...

abril 19, 2008

Esparguete à francesa com camarão



Gostei muito desta receitinha simples e rápida, que para além do mais é deveras saborosa!

Encontrei-a em Sabores Sapo e testei-a no mesmo dia, ao jantar.

Na receita o camarão é apresentado como alternativa ao bacon, e foi o que eu usei.

Primeiro pûs o esparguete a cozer. Cortei um alho francês às rodelas fininhas e ralei duas cenouras, como para salada.
Depois fritei ligeiramente 1/2 kg de camarão descascado num pouco de azeite e reservei. No mesmo tacho, a que acrescentei um pouco mais de azeite, alourei então o alho francês e juntei a cenoura. Temperei com sal, pimenta e um pouco de noz moscada.
Qunado os legumes ficaram no ponto (não os deixei excessivamente moles) juntei os camarões reservados e um pacote de natas. Deixei fervilhar um pouco e juntei então o esparguete cozido e escorrido, envolvendo bem no molho.

Pode servir-se com queijo parmesão ralado, mas como nesse dia não havia, não usámos.

Um destes dias experimento a versão com o bacon em cubinhos...

outubro 30, 2007

Almôndegas de Peixe em Fricassé



Estas almôndegas, propostas pelo João Vasconcelos Costa no se livro "O Gosto de Bem Comer", foram muito apreciadas, embora tenham sido preparadas com uma certa pressa... A refazer muitas vezes, com todo o tempo e cuidado que merecem.

Como se tratava de um simples jantar do dia-a-dia usei para as confeccionar o caldo onde cozi as postas de peixe.

Foi assim:

Cozi 4 postas de peixe num caldo aromático a que juntei 1 cenoura cortada em pedaços, 1 cebola, algumas rodelas de limão, 1 raminho de salsa, sal, pimenta e 1/2 copo de vinho branco.

Depois de cozido, o peixe foi limpo de peles e espinhas e desmanchado em lascas. Misturei-o com 1 cebola picada, 1 ovo batido e 1 colher de sopa de manteiga. Como tinha usado vinho branco no caldo, não juntei o meio cálice de Porto indicado na receita. Juntei dois pãezinhos da véspera demolhados e espremidos para dar consistência ao preparado.

Depois foi rectificar o sal e a pimenta e moldar as bolinhas, passá-las por clara de ovo - as gemas utilizam-se no molho - e pão ralado. Fritá-las ligeiramente.

Coei e pûs ao lume o caldo onde o peixe tinha sido cozido e juntei as almôndegas, para acabarem de cozer.

O molho:
Bati 3 gemas com o sumo de 1/2 limão, 1/2 pacote de natas e uma pitada de noz moscada. Rejeitei parte do caldo da cozedura e ao restante juntei esta mistura, e um pouco de salsa picada. Voltou tudo a lume brando, mexendo sempre, para engrossar.
No final juntei de novo as almôndegas, deixei aquecer bem e levei para a mesa. Acompanhamento: um puré de batata.

Nota: para evitar que o molho talhe, juntar um pouco de caldo quente à mistura de gemas e natas e só depois devolver tudo ao tacho.

setembro 26, 2007

Caril de Gambas



Um dia destes apeteceu-me caril... Tenho cá em casa uma mistura que comprei numa mercearia indiana em Lisboa que cheira divinamente! E o melhor é aproveitar enquanto não perde a graça.

Por sorte encontrei umas belas gambas, a preço convidativo. Pensavam logo o mesmo que eu, não era?...

Chegada a casa dediquei-me à tarefa de lhes retirar a casca, o que se revelou tarefa fácil. Deixei-lhes a cabeça e a cauda, como se vê na imagem acima. Podia ter retirado também as cabeças, porque com as cascas fiz um caldinho que reservei. Com as cabeças, bem esmagadas, teria ficado ainda mais apaladado, mas apetecia-me encontrar os bichinhos assim inteirinhos... Enfim.

Salpiquei-os com um nadinha de sal e assim ficaram, enquanto preparei um refogado com uma cebola, um dente de alho e uma mão-cheia de coentros picados. Quando a cebola ficou murchita e transparente juntei o caril e duas colheres de chá de farinha de trigo.
Envolvi bem, juntei o lindo tomate da imagem desfeito, sem peles nem sementes, um pouco de gengibre fresco raspado, mais umas sementes de coentros esmagadas e uma pitada de sal. Dissolvi tudo com o caldo feito com as cascas dos bichinhos e ficou a apurar em lume brando.



Quando me pareceu no ponto, juntei as gambas e deixei ao lume durante mais uns 3 minutos para cozerem. No fim polvilhei com mais coentros picados.

Servi com arroz branco solto. Bem sei que não será uma grande versão, mas regalei-me!




O próximo será de legumes...

julho 10, 2007

Lombos de Pescada com Molho de Coentros



Os coentros no molho foram ideia minha. Na receita que utilizei, de um livro da Vaqueiro, não havia tal. Utiliza-los ou não fica pois ao critério de cada um...

Começar por escalfar rápida e suavemente os lombinhos de pescada num caldo feito com 1.25 dl de água, um pouco de vinho branco, uma colher de chá de sumo de limão, um fio de azeite, um ramo de salsa e sal.

Retirar os lombinhos do tacho e mantê-los quentes. Coar o líquido da cozedura.

Para preparar o molho:
Derreter 20g de manteiga, polvilhar com 20g de farinha e deixar cozer sem ganhar cor. Regar com 1 dl do caldo de cozer o peixe, mexendo sempre. Juntar 1 dl de vinho branco e deixar cozer durante mais 10 minutos.

Em seguida bate-se uma gema com 2 colheres de sopa de natas e adiciona-se a mistura ao molho, já fora do lume. Foi também por esta altura que entraram os meus coentros...

Cobre-se o peixe com o molho e serve-se o restante na molheira.

Da próxima vez que os fizer vou experimentar com uns raminhos de funcho.

março 21, 2007

Do dia-a-dia...Penne com frutos do mar



Foi o nosso jantar um destes dias, e estava muito bom!

Lavei, limpei as lulas e cortei-as às rodelas e deixei em espera. Piquei uma cebola e um dente de alho e pûs a alourar em azeite. Quando a cebola ficou lourinha, juntei as lulas e deixei fritar uns 5 minutos. Juntei tomate, limpo de peles e sementes, cortado aos cubinhos, uma folhita de louro, uma pitada de orégãos, uma mão-cheia de ervilhas e um pouco de vinho branco (não mais que 1 dl).
Tapei e deixei cozer em lume fraco.
Entretanto tinha água ao lume para cozer o macarrão. Quando começou a ferver juntei-lhe sal e umas gotas de azeite, e introduzi a massa.
Fui tratar dos cogumelos: cortei-os em fatias e salteei-os num pouco de manteiga. Juntei-os às lulas. Juntei também alguns camarões descascados e uma colher de sopa de salsa picada, mais umas tiras de pimento vermelho. Se tivesse manjericão fresco também o teria asssociado, mas não havia... Pûs uma pitada de manjericão seco, que remédio.
Deixei apurar o molhinho e, quando a massa ficou no ponto, escorri-a e juntei-a a este preparado.

Para ficar perfeita faltavam-lhe uns belos mexilhões abertos ao natural; como não os tinha, escorri uma lata de mexilhão de conserva e juntei-os à massita, mas não é a mesma coisa.
A repetir, mas com os ingredientes que faltaram desta vez!

março 14, 2007

Pataniscas de bacalhau com arroz de grelos



Gosto muito de pataniscas de bacalhau, mas a minha especialidade são os pastéis do dito. Levei tempo para conseguir que as pataniscas ficassem como queria: leves e fofas. Experimentei várias receitas e o resultado não era do meu agrado, mas a vontade de comer as pataniscas persistia. Vai daí, resolvi fazê-las à minha maneira.
E o resultado foi finalmente do meu agrado.
Como fiz:

Usei 2 boas postas de bacalhau demolhado, salsa picada, 1 cebola picadinha, 2 dentes de alho também picados, 3 ovos, 100g de farinha e um pouco de cerveja branca, uma colher de sopa de azeite, sal e pimenta.

Misturei a farinha com o azeite, o sal e a pimenta.
Juntei as gemas dos ovos e mexi tudo; juntei um pouco de cerveja e bati bem, com a colher de pau. Juntei o bacalhau, previamente limpo de peles e espinhas e desfiado, a cebola, o alho, e a salsa. Finalmente misturei no preparado as claras dos ovos, batidas em castelo.
Depois foi só fritar às colheradas, e pôr a escorrer sobre papel absorvente.



O arroz:
Estamos em época de grelos, que por aqui se chamam espigos. Na horta há os de nabo e os de couve. Eu prefiro os segundos, mas os gostos dividem-se...

O arroz foi feito com grelos de couve.
Limpos, lavados e cortados aos pedacinhos. Aproveitam-se para o arroz só as folhinhas mais tenras e as pontas.

Primeiro ponho uma cebola picada a cozer em azeite, sem alourar; depois junto os dentes de alho e os grelos e deixo-os saltear até ficarem macios. Nessa altura entra o arroz, e envolvo tudo. Rego com a água a ferver: para arroz seco e soltinho duas vezes o volume do arroz em água; se o quiserem malandrinho devem pôr 3 partes de água para uma de arroz. O da foto fiz seco. Deixo levantar fervura, tapo o tacho, baixo o lume, e deixo cozer 10 minutos.

Quando o preparo na versão malandrinho, ponho uma farinheira previamente picada com um garfo sobre o arroz, antes de tapar o tacho. Uma versão beirã que também é do meu agrado.

fevereiro 22, 2007

Empanada de Sardinhas


Esta receita foi postada pela Elvira em tempo de belas e gordas sardinhas assadas, e prepara-se com elas.
Já a fiz diversas vezes e fica sempre suculenta! Da última vez, à falta de sardinhas assadas, usei sardinhas de conserva e mesmo assim ficou óptima.

Obrigada, Elvira, pela receitinha.

Para obterem a receita visitem: http://elvirabistrot.blogspot.com/2006/08/empanada-de-sardinhas-assadas.html.

As fotos da Elvira são bem mais bonitas que as que eu tiro com o telemóvel, e abrem logo o apetite!

janeiro 11, 2007

Trutas recheadas, com presunto



Poço do Inferno, Manteigas

Quando damos um passeio por Manteigas, aproveitamos quase sempre para comprar trutas no viveiro.

Assim temos a certeza que são frescas, tão frescas que, se ao chegarmos a casa as lançassemos ao tanque do quintal muitas ressuscitariam!...

Mas não é esse o destino que lhes reservamos, e acabam quase sempre preparadas pelo processo que abaixo descrevo, tadinhas...

Trutas consoante o número de convivas, com cerca de 250g cada;

número de fatias de presunto a condizer;

raminhos de salsa;

pimento vermelho

umas boas colheres de queijo parmesão

vinagre, azeite e sal

Numa tigela mistura-se o queijo com o pimento esmigalhado, a salsa picadinha e um pouco de vinagre.

Introduz-se um pouco deste preparado na barriguita de cada truta, depois de devidamente limpa e amanhada, e temperada de sal, claro.

Envolvem-se os peixinhos nas fatias de presunto e fritam-se em azeite, cobertos com uma tampa, em lume fraco.

novembro 26, 2006

Caldeirada à Fragateira

Na sexta-feira passada, ao passar pela banca do peixe na praça, ocorreu-me a ideia de preparar uma bela caldeirada, daquelas que apuram com calma, e para onde a colher de pau não é chamada.
Comprei safio, raia, cação e cantaril. Se houvesse enguias teria juntado uma, e o tamboril também teria sido boa companhia. mas tudo o que não há se escusa.

Chegada a casa limpei e lavei o peixinho, cortei-o em pedaços e salpiquei-o com sal.
Descasquei duas belas cebolas e uns dentes de alho. À falta de melhor, porque a época dos tomates já acabou, abri uma lata de tomate pelado.

Posto isto, escolhi o tacho de fundo mais espesso e começei a acomodar os ingredientes assim:
Um fundo de azeite no tacho, rodelas de cebola, uma folha de louro, um dente de alho picado, uns ramos de salsa acabada de colher. Uma camada de peixe e uma de tomate às rodelas, mais a polpa respectiva. Mais cebola, mais peixe, mais tomate... Tudo temperado com sal, pimenta, e umas gotas de piri-piri. Mais um golinho de azeite.
Tapei o tacho e levei ao lume, brando, durante cerca de 30 a 40 minutos.
Durante esse tempo fui sacudindo suavemente o tacho, para que nada se pegasse ao fundo, e a tampa permanecer no lugar.
Quando ficou pronto, servi sobre fatias de pão de mistura.

Se tivesse sobrado caldo, cozia umas massinhas à parte e fazia a sopa da caldeirada, mas tal não aconteceu.

Tirei esta foto, que peca por não ter cheirinho...

novembro 12, 2006

Pargo Assado no Forno

É quase sempre assim que asso peixe no forno, no dia-a-dia.
Da última vez eram pargos pequenos, assei um por pessoa.

Começo por salpicá-los com sal, para tomarem gosto.
Depois disponho cebola cortada às rodelas na assadeira, tomate em lâminas, uma folha de louro e uns raminhos de salsa.
Coloco o peixe por cima desta "cama" e rego com azeite e sumo de limão, e uns dentes de alho esmagados. Tempero com um pouco mais de sal e pimenta.
À volta, junto batatinhas cortadas aos quartos, para assarem com o peixe, e sirvo com uma salada verde.

Assim, muito simples.

agosto 29, 2006

A minha cozinha está um caos... E uma sopa de garoupa


Quem costumava passar por cá diariamente à procura de novas experiências culinárias anda desiludido... dá com o mesmo "post" durante dias.
Ora isto tem uma explicação: estou em mudanças.
A minha cozinha já não é a minha cozinha, a maior parte dos equipamentos já viajou, e estou limitada ao estritamente necessário para sobreviver na "selva".
Por outro lado, o equipamento informático também está prestes a ser embalado...

Mas mesmo assim deu para fazer uma sopinha de garoupa, descomplicada e deliciosa!
Cá vai:

Utilizei uma cabeça da dita, que limpei e salguei.
Passada uma hora, cozi-a em água temperada com sal, cebola em pedaços, louro, alguns grãos de pimenta preta, cenoura e tomilho. Dez minutos em lume brando foram suficientes. Retirei-a da panela e coei o caldinho.

Fiz um refogado com cebola, azeite, alho e louro, a que juntei tomate pelado e picado, pimento cortado em pedacinhos, umas hastes de coentros e piripiri.
Apurou bem, e quando ficou no ponto, juntei o caldo do peixe.

Retirei as hastes de coentros e, quando levantou fervura, juntei uma mão-cheia de massa de cotovelinho. Provei, juntei um pouco de sal e pimenta e deixei a massa cozer em lume brando. Quando ficou macia juntei a carne do peixe, desfiada e limpa de espinhas.

Ao servir juntei uma folhinha de hortelã à tigela.
Depois do que, reconfortada, voltei às caixas e caixotes!...

julho 14, 2006

Polvo à moda de São Miguel


Há quem o coza com uma rolha de cortiça, quem o bata com um maço de madeira... Para mim a melhor forma de amaciar o polvo é congelá-lo antes de o cozinhar. Não perde nada.
Para um polvo com 2 quilos:

Cortar o bicho em pedaços pequenos e fazer um refogado com 3 cebolas, 3 dentes de alho, 1,5 dl de azeite, uma folha de louro, um ramo de salsa (inteiro), um pouco de massa de malagueta, sal, pimenta preta e cravinho. Pode-se juntar o polvo logo no início ou um pouco depois, com a cebola já loura.

Deixar reduzir um pouco a água que o polvo larga e cobrir com vinho de cheiro açoreano, se tiverem (é o chamado morangueiro). Se não, o mais apropriado será um vinho verde tinto. Deixar apurar bem, juntando um pouco de água se necessário.

Vigiem o fogo, porque muitas vezes o que torna o polvo duro é o excesso de cozedura. 45 minutos devem bastar para o cozer. Se acharem que este tempo é insuficiente para apurar o molho, retirem o polvo e deixem apurar, voltando a juntá-lo no final.

Há quem junte batatas aos cubos e a guise no molho, mas pessoalmente acho que fica muito melhor com as batatas cozidas à parte.
Faz sempre sucesso este prato, que também pode ser servido como entrada.

*Mais uma excelente receita do prof. João vasconcelos Costa

junho 29, 2006

Grande petisco!

Uma receita do João vasconcelos Costa, de se lamber os dedos!

Refoga-se alho francês às rodelas (a parte branca) e dentes de alho pisados e picados; juntam-se duas colheres de coentros picados, vinho branco e mostarda, 1,5 Kg de mexilhão bem limpo, e tempera-se tudo com sal, pimenta e colorau. Deixa-se cozer e retiram-se os mexilhões.
Coa-se o molho, espremendo bem os resíduos, deixa-se engrossar em lume brando com duas gemas de ovo diluídas em sumo de limão, mexendo sempre e deixando ferver suavemente durante 1 minuto ou 2.

Colocar os mexilhões no molho e polvilhar com mais coentros picados.

Quem é amiga, quem é?

Pode fazer-se também com amêijoas.

junho 19, 2006

Filetes de peixe

Vou deixar aqui duas receitas de filetes de peixe muito simples, porque as coisas simples são as melhores...

A primeira é grega e utiliza filetes de cavala, um peixe relativamente barato e muitas vezes injustamente menosprezado.



Mais simples não pode haver:

Com uma faca apropriada cortar as cavalas e recuperar os filetes. Deixá-los a marinar em azeite e bom vinagre durante algumas horas, e depois grelhar no carvão, com uma pitada de sal, regando de vez em quando com a marinada. Mais nada!...

Agora uma receita italiana, filetes de peixe com beringelas, que fica muito bem com filetes de peixe de água doce, mas que pode ser feita com quaisquer outros:

Cortar as beringelas em fatias, no sentido do comprimento, envolvê-las em farinha e ovo batido e fritá-las em azeite até ficarem douradinhas.



Fritar igualmente os filetes, depois de terem marinado pelo menos uma hora em azeite, sumo de limão, sal e pimenta. Deixá-los cozer sem tostar.

Colocar os filetes sobre as fatias de beringela e cobrir com o seguinte molho:

Ferver alguns alhos pisados durante minutos em pouca água, desfazê-los em puré e incorporar em manteiga amolecida.

Espero que tenham sido duas boas sugestões para servir peixinho, tão bom para a saúde!

junho 07, 2006

Sardinhas à Grega (Sartheles Lathorigan)

Sempre vos digo que já grelhei sardinhas este ano e que já são muito boas e gordinhas. Mas não vamos comê-las sempre da mesma maneira, não acham?

Pois então cá vai uma receita grega para preparar sardinhas, com ingredientes absolutamente banais entre nós:

Tirar a cabeça e as tripas às sardinhas.
Untar uma assadeira com azeite, colocar as sardinhas às camadas, intercaladas com tomate e limão às rodelas, sal, pimenta e orégãos. Regar com azeite e sumo de outro limão, polvilhar com salsa picada e levar ao forno a assar, durante cerca de 30 minutos.

Muito fácil e diferente. Experimentem.

maio 30, 2006

Pescada Recheada


Outro dia pûs-me a olhar para um tronco de pescada congelado que tinha no frigorífico sem que ele me dissesse grande coisa. Pescada não é o peixe dos meus amores, e congelada...
Mas enfim, estes produtos também têm que ser cozinhados. Lembrei-me de ter visto uma pescada recheada numa teleculinária e, sem a receita à mão, fiz assim uma espécie de pesto:

Cozi umas folhas de espinafres e meti-as no robot de cozinha com: azeite, 3 colheres de sopa de pinhões, 3 dentes de alho, sal e pimenta e um pouco de manjericão. À papa obtida juntei parmesão ralado.

Abri a pescada de cada lado da espinha dorsal e retirei-a, inteira. Parecia um pequeno bacalhau, assim aberta. Limpei a zona da barriga daquela pele escura que lhe é típica, temperei com sal, pimenta e sumo de limão e deixei-a tomar gosto.

Antes de a levar ao forno recheei-a com o preparado de espinafres e fechei-a, dando-lhe a forma inicial. Segurou-se muito bem assim, sem atar nem nada...

Foi para o tabuleiro de pirex só com azeite, alho e limão às rodelas, e um gole de vinho branco. Ficou bem boa!

maio 10, 2006

Soufflé de Bacalhau



O soufflé é económico, rápido de fazer e acompanha muito bem as saladinhas. Este é de bacalhau, mas pode fazer-se com pescada, queijo, fiambre...


Precisa de :


50 g de manteiga ou margarina
250 g de bacalhau cozido e desfiado (como para pastéis)
2,5 dl de leite
4 ovos (claras em castelo)
50 g de farinha
Sal, pimenta e noz moscada
queijo ralado a gosto

Derrete-se a manteiga e junta-se-lhe a farinha; envolve-se bem e junta-se o leite frio, mexendo sempre com a colher de pau, para não ganhar grumos. O preparado engrossa. Tira-se a caçarola do lume e junta-se o bacalhau desfiado,as gemas, e parte do queijo. Tempera-se com sal, pimenta e noz moscada.
Misturam-se as claras cuidadosamente: primeiro uma ou duas colheradas para distender , e depois as restantes, evitando parti-las.
Verte-se para uma forma de soufflé bem untada com margarina, polvilha-se com o queijo restante e leva-se ao forno (pré-aquecido) durante 15 minutos. Findo este tempo, aumenta-se a temperatura do forno e deixa-se cozer por mais 10 minutos (verificar).
Serve-se assim que sai do forno.