Deixei de lamentar a expulsão de Adão e Eva do Paraíso quando descobri que eles não tinham presunto nem ovos mexidos! (Dorothy Sayers)
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outubro 18, 2014
Já experimentaram?... Baba de Camelo cozida
Já fiz muitas vezes baba de camelo, mas nunca tinha experimentado cozida... A sugestão veio do livro lindo da Clara de Sousa, "A Minha Cozinha".
Prepara- se a baba de camelo como habitualmente e reparte-se por pequenos ramequins bem untados com manteiga (os meus são brancos como a neve, mas nesta foto ficaram azuis, vá-se lá saber porquê!...). Levam-se ao forno até subirem e dourarem, como os soufflés. E é natural que, tal como os soufflés, depois de sairem do forno desçam um pouco. Atenção, porque cozem muito rapidamente!
Se os gostos se dividirem aí em casa entre a mousse crua ou cozida, optem por fazer as duas, isto é, cozam apenas metade!
1 lata de leite condensado cozido
4 ovos, claras batidas em castelo
Batem-se as gemas com o leite condensado e envolvem-se depois as claras cuidadosamente nesta mistura. Serve-se tal qual, polvilhada com algumas amêndoas laminadas ou bolacha ralada, se gostarem, ou leva-se ao forno em tacinhas resistentes ao calor, como na foto.
Bom apetite!
janeiro 08, 2014
O Bolo de Bolacha da Clara...
Todos os anos faço um bolo para acompanhar o Champagne e comemorarmos a chegada do Ano Novo.
Este ano a escolha recaiu sobre o bolo de bolacha do A Minha Cozinha (clic!), da Clara de Sousa.
Bastante mais simples de preparar que o tradicional, nada lhe fica a dever em textura e sabor. Aliás, acho-o mais leve e prefiro-o.
Aqui fica a receita, mas aconselho vivamente a comprarem este livro, que é encantador.
1 lata de leite condensado cozido
2 pacotes de natas
Bolacha maria q.b.
Café forte q.b.
Bater as natas bem frias até ficarem firmes, juntar o leite condensado e envolver bem. Fazer o café.
Para facilitar o trabalho e a apresentação final do bolo, colocar um aro sobre o prato de serviço.
Fazer camada alternadas de bolacha embebida no café, bem forte, e de creme, terminando com este último.
Levar ao frio durante 3 horas no mínimo. Para desenformar passar uma faca à volta do aro, para soltar o bolo.
Antes de servir decorar a gosto; eu cobri simplesmente com bolacha-maria ralada. Nham, nham!
Bastante mais simples de preparar que o tradicional, nada lhe fica a dever em textura e sabor. Aliás, acho-o mais leve e prefiro-o.
Aqui fica a receita, mas aconselho vivamente a comprarem este livro, que é encantador.
1 lata de leite condensado cozido
2 pacotes de natas
Bolacha maria q.b.
Café forte q.b.
Bater as natas bem frias até ficarem firmes, juntar o leite condensado e envolver bem. Fazer o café.
Para facilitar o trabalho e a apresentação final do bolo, colocar um aro sobre o prato de serviço.
Fazer camada alternadas de bolacha embebida no café, bem forte, e de creme, terminando com este último.
Levar ao frio durante 3 horas no mínimo. Para desenformar passar uma faca à volta do aro, para soltar o bolo.
Antes de servir decorar a gosto; eu cobri simplesmente com bolacha-maria ralada. Nham, nham!
setembro 16, 2013
O gelado da Ritinha...
Porque é que se chama assim, só a Margarida Pinto Correia (clic) sabe... E vocês também ficarão a saber, se comprarem o livro, e ainda ajudam a Fundação do Gil ;)
Mas lá que o gelado é bom, é! E fácil de fazer :
Bater bem, no robot de cozinha,
1 lata de leite condensado
2 latas de fruta (neste caso pêssego)
1 lata de natas
e levar ao congelador. Eu coloquei a mistura na sorveteira.
A Margarida afirma que pondo a mistura no congelador no início do jantar, o gelado pode ser servido à sobremesa! Experimentem.
A minha mãe, que adora pêssegos, ficou fã, mas eu tenho vontade de experimentar com outros sabores também. Servi com uma folhinha fresca de hortelã a decorar.
junho 17, 2013
Mousse de lima, ou Mousse à Paraty
Leve, fresca e aromática!
Ainda do Pelo Mundo Com Os Tachos.
Misturar 6 iogurtes gregos, naturais, com 1/2 copo de iogurte de cachaça, 1/2 copo do iogurte de sumo de lima e 2 colheres de sopa de açucar mascavado.
Dissolver 2 folhas de gelatina numa colher de sopa de água, no microondas. Juntar à mistura de iogurte e deixar solidificar no frigorífico durante pelo menos 4 horas.
Servir bem frio, polvilhada com raspa de lima.
Nota: A foto é a do livro. Da minha mousse nem foto sobrou...
março 05, 2013
Bolo-Pudim de Côco
Lembram-se do livro da Anabela Almeida de que já vos falei por aqui? (O banner está no fim desta página!). Pois esta é uma das receitas deliciosas e económicas que lá podem encontrar.
Numa tigela grande juntem:
4 ovos
1 lata de leite condensado
3 dl de leite comum
100g de côco ralado
Batam apenas o suficiente para misturar bem os ingredientes. Vertam numa forma untada com margarina e levem ao forno bem quente (200ºC) durante cerca de 40 minutos. Verifiquem a cozedura com um palito ou, se como eu se cotumam queimar quando usam um objecto tão pequeno, um fio de esparguete crú. Se sair limpo, está o bolo cozido.
Simples, não é?
Desenformem depois de frio, para não partir. Fica com o aspecto de um pudim, e como diz a autora e eu confirmo, é delicioso.
Nota: Eu polvilhei o pudim com um pouco de côco ralado ligeiramente torrado na frigideira.
janeiro 21, 2013
O prometido...
O prometido é devido, por isso cá vai (com grande atraso!) a receita da minha tarte de frutos vermelhos.
Apesar do aspecto voluptuoso, é muito simples:
Comecem por por 8 folhas de gelatina (grandes) de molho em água bem fria.
Façam a calda de frutos vermelhos:
1/2 pacote de frutos vermelhos congelados
Açucar a gosto (usei 4 colheres de sopa)
Levem os ingredientes ao lume num tachinho, até obter uma espécie de compota; quando arrefece engrossa mais um pouco.
Para a base da tarte:
Usei um pacote de bolachas digestivas, que moí no robot de cozinha
com duas colheres de sopa de manteiga. Se necessário acrescentem uma colher de sopa de água fria.
Verti e apertei esta mistura arenosa no fundo de uma forma de mola, vincando bem as arestas.
O creme:
No liquidificador coloquei:
1 1/2 lata de leite condensado
2 pacotes de natas
3 iogurtes gregos
Misturar tudo e juntar a gelatina, previamente escorrida e derretida no microondas com uma colher de sopa de água.
Verter este creme sobre a base de bolacha e levar ao frigorífico até prender.
Quando o creme estiver firme, cobrir com o doce de frutos vermelhos e conservar no frio, ou servir em seguida.
Espero que gostem!
Apesar do aspecto voluptuoso, é muito simples:
Comecem por por 8 folhas de gelatina (grandes) de molho em água bem fria.
Façam a calda de frutos vermelhos:
1/2 pacote de frutos vermelhos congelados
Açucar a gosto (usei 4 colheres de sopa)
Levem os ingredientes ao lume num tachinho, até obter uma espécie de compota; quando arrefece engrossa mais um pouco.
Para a base da tarte:
Usei um pacote de bolachas digestivas, que moí no robot de cozinha
com duas colheres de sopa de manteiga. Se necessário acrescentem uma colher de sopa de água fria.
Verti e apertei esta mistura arenosa no fundo de uma forma de mola, vincando bem as arestas.
O creme:
No liquidificador coloquei:
1 1/2 lata de leite condensado
2 pacotes de natas
3 iogurtes gregos
Misturar tudo e juntar a gelatina, previamente escorrida e derretida no microondas com uma colher de sopa de água.
Verter este creme sobre a base de bolacha e levar ao frigorífico até prender.
Quando o creme estiver firme, cobrir com o doce de frutos vermelhos e conservar no frio, ou servir em seguida.
Espero que gostem!
julho 30, 2012
Regresso de férias, muito preguiça e alguma falta de ritmo...
Deixo a sugestão de uma sobremesa para quem, como eu, não quiser por estes dias ter muito trabalho a preparar uma!
Façam assim:
Preparem dois pudins instantâneos segundo as instruções da embalagem - usámos baunilha e chocolate, mas podem escolher outros sabores - alternem em copinhos, às camadas, como vêem na foto.
Decorem com raspinhas de chocolate ou uma noz de chantilly. Sirvam bem fresco!
julho 02, 2012
Sericaia
Querem fazer uma sericaia D-E-L-I-C-I-O-S-A como a minha? Sigam as instruções do Luís, no Outras Comidas! Nem senti a falta das ameixas. A não perder...
maio 24, 2012
No fim de semana passado saiu um joelho no forno e um fofo de limão que estavam de estalo. Ah, lamento, mas comemos tudo sem que tenha tirado qualquer fotografia...
Começo pela sobremesa, cuja receita li no livro de receitas de Helena Sacadura Cabral. É uma sobremesa leve e cítrica, muito fácil de fazer, com ingredientes banais e apropriada para os dias de calor que se avizinham.
FOFO DE LIMÃO
Dissolvam 50g de maizena num pouco de leite, retirado do 1/2 litro necessário para a receita. Juntem o leite restante e 3 colheres de sopa de margarina magra ou de soja ( a D. Helena tem uma preocupação saudável com o peso e a saúde!), ligeiramente aquecida.
Levem a mistura a lume brando e deixem ferver durante 3 minutos, mexendo sempre para evitar que se formem grumos. Juntem açucar ou adoçante a gosto, ou uma mistura dos dois, e o sumo de 1 laranja grande e raspa de 2 limões.
Entretanto batam 2 claras em castelo e misturem delicadamente no creme (atenção!! se estiver muito quente, vai cozer as claras...).
Coloquem o preparado numa taça de vidro e levem ao frigorífico; sirvam bem geladinho.
A seguir vos conto sobre o joelho no forno...
Começo pela sobremesa, cuja receita li no livro de receitas de Helena Sacadura Cabral. É uma sobremesa leve e cítrica, muito fácil de fazer, com ingredientes banais e apropriada para os dias de calor que se avizinham.
FOFO DE LIMÃO
Dissolvam 50g de maizena num pouco de leite, retirado do 1/2 litro necessário para a receita. Juntem o leite restante e 3 colheres de sopa de margarina magra ou de soja ( a D. Helena tem uma preocupação saudável com o peso e a saúde!), ligeiramente aquecida.
Levem a mistura a lume brando e deixem ferver durante 3 minutos, mexendo sempre para evitar que se formem grumos. Juntem açucar ou adoçante a gosto, ou uma mistura dos dois, e o sumo de 1 laranja grande e raspa de 2 limões.
Entretanto batam 2 claras em castelo e misturem delicadamente no creme (atenção!! se estiver muito quente, vai cozer as claras...).
Coloquem o preparado numa taça de vidro e levem ao frigorífico; sirvam bem geladinho.
A seguir vos conto sobre o joelho no forno...
fevereiro 27, 2012
Banana quente com gelado (de baunilha e topping de chocolate)
É pena a banana ter ficado em 2º plano na foto; posso garantir que esta é uma sobremesa fácil de fazer e deliciosa! A repetir...
As quantidades são a olho :
Colocar um pouco de açucar numa frigideira de fundo espesso e levar ao lume até o açucar derreter e começar a caramelizar. Juntar as bananas, cortadas em rodelas grossas e misturar com o caramelo. Juntar uma boa noz de manteiga; deixar derreter. Se gostarem, juntem também uma malagueta picada. Flambear com um pouco de rum e, por fim, juntar um pouco de leite ao molho. Misturar bem e servir em copos altos, com uma bola de gelado. O topping é facultativo...
Vejam aqui, a extraordinária performance de Gordon Ramsay:
http://www.youtube.com/watch?v=5U7fDqiEBHY
setembro 07, 2011
Mousse de chocolate da Nigella (sem ovos, com marshmallows)
Eu gosto da Nigella Lawson e das receitas dela. Também gosto do Jamie Oliver e da Mafalda Pinto Leite, e tenho os livros deles. Estou-me pouco ralando se são "tias" e "tios" ou não; eu compro, leio e cozinho o que me apetece, e ninguém tem nada com isso...
Fiquei curiosa com esta receita de mousse de chocolate "instantânea" da Nigella, e há tempos que tinha comprado os marshmellows necessários para a fazer, mas ainda não tinha calhado. Foi desta.
Aqui fica a receita, embora eu goste mais da minha boa velha mousse de chocolate tradicional, com ovos.
O que não quer dizer que esta não seja também muito boa...
Leva:
150g de marshmallows
50g de manteiga macia
250g de chocolate negro 70% cacau
60ml de água acabada de ferver
284g de natas (gordas, diz a Nigella... usei meio gordas)
1 colher de chá de extracto de baunilha
Juntam-se as gomas, o chocolate partido em pedaços, a manteiga e a água a ferver numa caçarola. Leva-se a lume brando para derreter tudo, mexendo de vez em quando. Depois de tudo derretido, deixa-se arrefecer.
Entretanto batem-se as natas com o extracto de baunilha até engrossarem e envolvem-se na mistura de chocolate já fria, até obter uma mistura homogénea e macia.
Distribui-se por tacinhas (dá 6 de 125ml) e leva-se ao frigorífico até servir.
Nota: Assim que se acaba de preparar, a mousse fica logo com a consistência final. Levá-la ao frigorífico tem apenas como objectivo refrescá-la. Deve ser por isso que a Nigella lhe chama instantânea...
março 31, 2010
Uma receita angelical...
...para a Páscoa que se avizinha.
Já os fiz muitas vezes, mas nunca os tinha publicado aqui no Rap'Ó Tacho.
Adoro Papos de Anjo, fofos, doces, rechonchudos, embebebidos na calda! Uma gulodice...
Estes eram apenas oito. Usei formas de queques untadas com manteiga e polvilhadas com farinha.
Bati 4 gemas com um ovo inteiro, uma pitada de sal e outra de açucar baunilhado. Nada mais. O segredo está no bater: a massa tem de ficar esbranquiçada e volumosa, a fazer fita.
Reparti-a pelas oito forminhas e levei ao forno já quente, a 180ºC. Não sei durante quanto tempo, não lhes tirei os olhos de cima, mas a cozedura é muito rápida e não podem deixá-los tostar!
Crescem bastante, mas evidentemente depois baixam um pouco, já que não levam farinha nenhuma. Recuperam o volume quando absorvem a calda.
Antes tinha feito a calda, com 250g de açucar que pûs num tachinho e cobri com água. Juntei uma casca de limão (só o vidrado amarelo, para vitar o amargor) e deixei ferver durante três a quatro minutos, depois de o açucar se ter dissolvido todo.
Quando os papitos sairam do forno foi só colocá-los numa taça larga de sobremesa, picá-los com um palito (os pobres...) e regá-los com a calda quente.
Ficaram assim até arrefecerem por completo, após o que foram servidos à sobremesa.
A repetir, em maior quantidade, já no próximo Domingo de Páscoa!
maio 19, 2009
Mousse de morangos
Esta sobremesa ocorreu-me à vista de 1/2 quilo de morangos maduros e cheirosos...
Fi-la com:
Os ditos morangos
1 lata de leite condensado
2 pacotes de natas
1 gelatina de morango
Primeiro dissolvi a gelatina em 2 dl de água a ferver e deixei arrefecer.
Triturei os morangos depois de bem lavados e misturei-os no leite condensado, bem como a gelatina, já fria.
Bati os dois pacotes de natas em chantilly e envolvi no preparado anterior.
Foi para o frigorífico durante 3 horas. Antes de servir decorei com os morangos cortados em quatro, como se vê na foto.
maio 01, 2009
Também fiz o doce de vinagre do blog Pão, Bolos & Cia...
Com ovos caseiros e leite gordo. Calórico e delicioso, bem ao meu gosto :D
Ando a tentar executar as receitas que retiro dos meus blogs preferidos, mas ainda faltam muuuuuiiiiitas!...
Receita aqui.
abril 13, 2009
Pudim flan
Um pudim flan super fácil, cuja receita fica na memória à primeira e nunca falha!
Basta respeitar duas regras básicas: cozê-lo no forno em banho-maria, e à temperatura de 180ºC. Se for mais elevada, o pudim vai cozer demasiado rápido, largando grande quantidade de água e ficando cheio de buraquinhos...
Muito fácil de realizar, leva:
1 dúzia de ovos
1 litro de leite
12 colheres de sopa de açucar + o necessário para caramelizar a forma
1 colher de sobremesa de farinha maizena (facultativo)
essência de laranja ou baunilha (facultativo)
Pré-aquecer o forno a 180ºC e colocar um tabuleiro com água já quente, onde caiba a forma do pudim.Caramelizar uma forma de bolos, de buraco. Reservar.
Bater ligeiramente os ovos com o açucar e juntar o leite. Se optarem por juntar a maizena, convém dissolvê-la previamente no leite. Juntar, se gostarem, a essência de laranja ou baunilha. O pudim fica delicioso mesmo sem nenhum deste aditivos!...
É importante que não batam excessivamente a mistura!
Verter o preparado na forma através do chinês, para eliminar as películas dos ovos.
Colocar a forma do pudim dentro do tabuleiro que se encontra no forno e deixar cozer até que um palito inserido no centro do pudim saia limpo.
O tempo de cozedura deve variar de forno para forno, mas arrisco que nunca será inferior a uma hora...
Se virem que está a dourar muito à superfície, cubram com folha de alumínio, para evitar que queime.
Vai uma fatia? ;)
agosto 19, 2008
Gelatina com natas batidas
Não tem nada de especial, mas cá em casa gostamos de servi-la assim.
Preparam-se dois pacotes de gelatina (costumamos escolhê-las de cores contrastantes) segundo as instruções da embalagem, e deixamos prender no frio.
Na altura de servir, cortamo-las em pedaços e misturamos com um pacote de natas batidas em chantilly, sem adicionar açucar, para poupar algumas calorias...
É uma sobremesa fresca e leve, muito do agrado da criançada, e que rende bastante.
maio 07, 2008
Pudim de Padaria do Chucrute
O blog "Chucrute com salsicha" da Fernanda é um dos meus preferidos, não só pelas receitas mas também pelo sentido de humor e a leveza da escrita.
Há dias fiquei cheia de vontade de experimentar este pudim simples e guloso, que encontrei lá descrito.
Ao ler a receita pensei de imediato numa consistência firme e macia... E não é que o pudim saiu exactamente assim?
Eis a receita, tal como ela a escreveu:
"3 ovos caipiras *
2 xícaras de açúcar baunilhado
2 xícaras de leite integral
1 1/2 xícara de farinha de trigo
4 oz/ 100 gr.de queijo parmesão ralado
1 colher de sopa de manteiga amolecida.
Caramelize uma forma quadrada e funda. Reserve. Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem. Despeje a massa na forma caramelizada e asse em banho-maria, em forno pré-aquecido em 365ºF/185ºC, até a massa ficar firme e dourada. Remova da forma depois de frio, corte em retângulos e sirva."
* única alteração que fiz: acrescentei um ovo.
Obrigada, Fer, por ter partilhado esta simpática receita!
junho 29, 2007
Molotof
É um dos doces preferidos cá em casa. E uma bomba calórica, porque o cubro sempre com creme de ovos moles! Na foto ainda não tinha procedido a essa operação, mas mesmo assim já se comia...
Bati 9 claras em castelo, com uma pitada de sal. A meio do procedimento fui juntando o açucar: 1 colher de sopa por cada clara. Quando tudo ficou consistente juntei 2 colheres de sopa de caramelo líquido, feito por mim.
Com o mesmo caramelo barrei a forma onde deitei a massa do pudim, às colheradas. Convém ir apertando um pouco, de forma a que não fiquem bolhas de ar.
O tempo de cozedura (em forno médio) é de cerca de 3 minutos por clara; no caso 27 minutos, mais ou menos.
Deixo-o alguns minutos no forno, com a porta entreaberta, para não baixar abruptamente, e desenformo-o enquanto quente.
Com as gemas preparo os ovos moles para o cobrir.
junho 05, 2007
Clafoutis de Cereja
De facto a melhor maneira de comer cerejas é ao natural...
Foi o que mais fiz nos últimos dias, mas são tantas que não tive pena do 1/2 quilo que usei nesta receita. As outras não sei, mas as nossas duas cerejeiras foram pródigas em frutos.
Agora já estão excessivamente maduras, e os melros podem banquetear-se à vontade, Avental.
No clafoutis gostei muito da combinação do doce com o sabor levemente ácido das cerejas.
A receita base pode ser preparada como aparelho para outras frutas, tais como alperces, maçãs, framboesas... Consoante a fruta escolhida pode ser aromatizada com canela, baunilha ou cardamomo.
Batem-se 4 ovos com 125g de açucar, uma pitada de sal e uma colher de chá de açucar baunilhado ou algumas gotas de essência de baunilha. Juntam-se 80g de farinha e 60g de manteiga derretida, fria.
Mistura-se tudo muito bem e verte-se por cima de 1/2 kilo de cerejas, dispostas num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado com farinha. Elas sobem imediatamente à superfície!
Podem descaroça-las previamente; eu não o fiz, porque acho que as cerejas perdem a graça e largam muito sumo.
Comêmo-lo ainda morno, à sobremesa, e gostámos muito.
maio 26, 2007
Pudim de pão com maçã
Que bom estava! Depois de pronto cobri-o com geleia de maçã, que aqueci ligeiramente.
Descasquei e cortei em pedacinhos miúdos duas belas maçãs. Pûs de lado.
Aqueci bem 7,5 dl de leite e deitei por cima de dois pãezinhos brancos, também cortados aos pedaços. Misturei com uma colher de pau, até o pão ficar bem desfeito.
À parte bati ligeiramente 6 ovos inteiros com uma chávena de chá de açucar (aqui manda o gosto pessoal de cada um, mais ou menos doce...). Misturei os dois preparados, juntei a maçã e uma colher de chá de canela em pó e verti tudo numa forma caramelizada.
Levei-a ao forno, previamente aquecido, dentro de um tabuleiro com água a ferver, ou seja, em banho-maria. Deixei assim em forno moderado até que, ao picar o pudim com um palito, este saiu seco. Devem ter sido cerca de 50 minutos.
Fiz assim, sem receita certa, baseada na minha magra experiência e nas leituras culinarescas.
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