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janeiro 27, 2016

Bolachas de banana e aveia


Bolachinhas dietéticas feitas pela Margarida, para quem gostar destas coisas super saudáveis e sem açucar. Confesso que não sou fã...

É só misturar bananinhas bem maduras, esmagadas, com flocos de aveia. Moldar as bolachinhas e colocar por cima pepitas de chocolate ou passas, a enfeitar.

Levar ao forno bem quente e cozer até ficarem douradinhas, sem deixar secar demasido.
E aí têm um snack super saudável e energético ;)


janeiro 17, 2016

Bolinhos de Fava e Courgette




Cá em casa todos gostamos muito de legumes, confeccionados de toda a maneira, por isso não é preciso disfarçá-los  nem escondê-los, como fazemos tantas vezes quando temos filhos pequenos renitentes a comer coisas verdes...
Mas para quem tem que fazê-lo, aqui fica uma boa sugestão, que também serve para quem quiser apresentar coisas verdes de uma forma diferente :)

A receita é, salvo erro, da Laranjinha :)

Cá vai então:

2 c. sopa de farinha
2 c. sopa de maizena
1 c. chá fermento
2 c. sopa de azeite
2 c. sopa de queijo ralado
1 c. sopa de coentros picados
2 ovos
2 queijos frescos pequenos
1 c. chá de sla
1 courgette pequena ralada
100g de favas descascadas ou ervilhas cozidas

Misturar as farinhas com o sal, o fermento e o queijo. Juntar o azeite e os ovos e misturar bem. Juntar os legumes e os coentros picados e envolver bem na massa.
Cozer em forminhas untadas e enfarinhadas, por cerca de 20 minutos, a 180ºC. Verificar com um palito antes de retirar do forno.




dezembro 08, 2015

Outra entrada vapt, vupt!...


Esta ideia surgiu-me um dia que tinha um sobrinho para jantar connosco, pouco tempo e nenhuma entrada... Folheando o livro Bolos Salgados na Caneca lembrei-me de fazer um, e apresentá-lo assim.
Não é uma entrada muito especial, mas deu cor à mesa e desapareceu num instante, porque é um bolinho muito saboroso! E que se prepara em cinco minutos :)




1 ovo
1 pitada de sal e pimenta
3 colheres sopa azeite
1 colher sopa crème fraîche
5 colheres sopa rasas de farinha
2/3 colher café de fermento
1 filete de sardinha em conserva
1 colher sopa rasa de cebola bem picada
4 azeitonas pretas picadas
meia colher de café de alecrim
Numa caneca: adicionar e bater sucessivamente, com um garfo, o ovo, o sal, a pimenta, o azeite, o crème fraîche , a farinha, o fermento, a sardinha, a cebola, as azeitonas e o alecrim. Polvilhar com uma pitada de alecrim. Cozer no microondas durante 1 min e 10 seg (800 watts). O meu demorou mais tempo a cozer; tudo depende do modelo da caneca (mais alta, mais larga,,,) e do aparelho propriamente dito. Se necessário aumentar o tempo de cozedura por fracções de 10 segundos.

Para servir cortei o bolo em pequenos quadradinhos e coloquei por cima uma rodela de cornichon e um pedacinho de pimento vermelho assado, tudo preso por um palito.


dezembro 04, 2015

Era para serem trouxinhas... Tacinhas de farinheira e maçã com grelos :)


Inspiradas numa receita do mesmo livro de que falei no post anterior, estas tacinhas de farinheira e maçã, constituíram uma entrada muito simpática num dos nossos jantares cá de casa.

A fotografia não lhes faz jus, primeiro porque não as fechei, como se faz às trouxinhas, tendo-me socorrido dos ramequins para ser tudo mais rápido,  e depois porque mesmo abertas ficam muito mais bonitas depois de desenformadas :)

Experimentem!


Precisam de:

1 farinheira (acho que da próxima vez experimento com alheira ;)
2 maçã reineta
18 folhas de massa filo
750g de grelos
cebolinho, manteiga, sal, azeite, vinagre e pimenta preta

Retira-se a pele à farinheira e salteia-se numa frigideira, desfazendo-a com uma colher de pau; junta-se a maçã, descascada e cortada aos cubinhos. Retira-se do lume e reserva-se.

Cozem-se os grelos em água temperada com sal Escorrem-se e reservam-se quentes.

Derrete-se um bocadinho de manteiga e pincelam-se as folhas de massa filo, dobram-se em quatro partes e coloca-se um pouco de recheio de farinheira e maçã no centro. Forma-se um embrulhinho e ata-se com um fio de cebolinho. Procede-se de igual forma com a massa e o recheio restantes.

Colocam-se as trouxinhas num tabuleiro e levam-se ao forno bem quente por 5 minutos.

Entretanto, prepare o molho para os grelos, misturando o azeite, o vinagre, a pimenta e um pouco de sal.

Para servir dispõem-se os grelos no prato, regam-se com o molho e colocam-se os embrulhinhos por cima.

Fácil e muito saboroso!









junho 05, 2015

Ainda o wok...


Com o calor perdemos a vontade de passar muito tempo na cozinha, mas não a vontade de comer comidinha saborosa!

Um bom aliado para cozinhados rápidos e deliciosos é o wok: Um almoço ou jantar delicioso prepara-se em poucos minutos.

Neste caso dei uso a 3 fatias de picanha que temperei com alho, pimenta, sal, molho de soja e uma colher de sopa de vinagre de arroz. Reservei.


Lavei e preparei os legumes; cozinhei uma embalagem de noodles segundo as instruções do pacote e reservei.

Entretanto aqueci o wok, juntei azeite e salteei a carne, depois de escorrida da marinada. Reservei, mantendo-a quente.

Comei então a saltear os legumes: uns flocos de malagueta, cebola às rodelas, pimento em tiras, e depois courgette aos quadradinhos e ervilhas tortas partidas ao meio.

Deixei cozinhar mexendo de vez em quando, juntei a marinada e rectifiquei os temperos. Quando ficaram a meu gosto (gosto dos legumes crocantes!) misturei a massa e finalmente a carne. Salpiquei com algumas sementes de sésamo e gotas de vinagre balsâmico.

Leva mais tempo a dizer que a fazer!


julho 28, 2014

Sanduíche de rabo de boi


Claro que a minha sanduíche não ficou linda como o a do Hugo Nascimento, mas ficou deliciosa, e eu aprendi a cozinhar rabo de boi de forma diferente. Até agora só o utilizara para fazer a sopa!

Pois então cá vai:

Tempera-se um quilo de rabo de boi, em pedaços, com sal e deixa-se repousar uma hora.
Depois salteia-se num tacho com um fio de azeite até ficar coradinho e tostado. Retira-se e reserva-se.
No mesmo tacho alouram-se legumes:
2 dentes de alho laminados
2 cebolas em cubos
2 tomates em gomos
1 cenoura às rodelas

Junta-se um pouco mais de azeite, se for necessário, mais
2 folhas de louro
1 ramo de tomilho
1 colher de chá de pimenta da Jamaica em grão
sal q.b.

Rega-se tudo com 3dl de vinho branco e deixa-se ferver um minuto. Nessa altura voltamos a adicionar a carne e deixamos cozinhar em lume brando durante três horas, até a carne se soltar do osso. Durante a cozedura vamos adicionando aos poucos um copo de água, se necessário.

Quando pronta desfia-se a carne, e coloca-se numa forma de bolo inglês forrada com película aderente. Eu não forrei a minha e não tive qualquer dificuldade em desenformar a carne depois. Leva-se a terrina ao frio.

Para o molho emulsiona-se o resultado do estufado num copo liquidificador, com:
1 colher de sopa de azeite virgem extra
1 colher de chá de vinagre de vinho branco
pimenta preta a gosto

O chefe preconiza ainda que se usem pickles de nabo a acompanhar, cuja receita também indica, mas dos quais eu prescindi, usando apenas umas frescas folhas de alface e pickles comuns.

Abre-se então o pão (chapata, de preferência) ao meio, barra-se com o molho, sobrepõem-se finas fatias de terrina, mais molho, pickles e cebolinho picado.

Bons piqueniques!

setembro 09, 2013

Fondue dos Pobres


Vi esta receita no blog Cinco Sentidos na Cozinha (link aqui ao lado) há mais de 3 anos, imaginem! Fiquei com imensa vontade de experimentar, e só agora o fiz.
Não imaginam a quantidade de receitas que eu anoto para experimentar!... Se as cozinhasse as todas acho que nunca mais repetiria um prato durante o resto da minha vida.

O pãozinho rústico da foto acima também contribuiu em muito para me relembrar desta receita: foi vê-lo para logo desejar aplicá-lo em qualquer coisa nova. O facto de não ser redondo ainda me aguçou mais o apetite; achei que o recheio ficaria espalhado numa superfície maior e mais estaliça. E ficou.

Nesta primeira foto o pãozinho ainda não tinha dado entrada no forno. Depois de por lá passar ficou assim: 



Apetitoso, verdade?

Então, faz-se assim:
Mistura-se um frasco pequeno de maionese (eu cá usei da que eu faço!) com meio chouriço corrente picado (usei chouriço de carne picante, da Guarda), 1/2 cebola, igualmente picada, e 100g de queijo ralado (aqui usei fatias de flamengo cortado em tirinhas, era o que havia).

Corta-se uma tampa ao pão e reserva-se; retira-se o miolo à outra parte, para obter uma espécie de recipiente, que se recheia com o preparado acima.

E leva-se ao forno, a "taça" e a "tampa". Quando o recheio fica douradinho, está pronto a servir. A crosta tostada é a primeira a desaparecer, barrada com o recheio suculento ;)

Cá em casa todos adorámos esta guloseima calórica, que já correu blogs, inventada não se sabe por quem! É uma entrada muito dada a convívios, e muito adequada aos dias mais frescos que se avizinham.




setembro 07, 2013

O meu wok





 Quem é que ofereceu um lindo (e enorme!) wok à menina, quem foi, quem foi? O mano, que assim satisfez mais um desejo meu.

Presumo que quase todos os que me lêem têm esta mesma mania de comprar novos utensílios para a cozinha? Alguns há que vão para o céu das quinquilharias depois de terem sido utilizados apenas uma ou duas vezes...

Mas a wok não! Tão linda, prática, e ideal para os jantarinhos de boa fast food.
Estreei a minha com esta receita do Henrique Sá Pessoa e bons pimentos do quintal.
Recomendo ;)





P.s. - diz-se o wok, ou a (frigideira) wok?

agosto 10, 2013

Salada de agrião com queijo fresco

Está muito calor! Ando a fugir do fogão e a preparar saladinhas frescas e deliciosas como esta:



Receita de Clara de Sousa, no " A Minha Cozinha". Lindo, despretensioso, fácil e delicioso!

Desfazer o queijo fresco entre as mãos e temperar com sal, pimenta e raspa de limão. Pôr a escorrer num passador, para perder  o soro.
Na hora de servir, picar os agriões (eu deixei-os inteiros por opção, por serem muito miúdinhos) e envolvê-los no queijo, misturando bem. Polvilhar com nozes grosseiramente picadas e servir fresco, sobre tostas como entrada,  ou como acompanhamento.
Para mim foi mesmo o prato principal ;)




maio 25, 2013

A minha lasanha bolonhesa vegetariana!

Ultimamente tenho confeccionado algumas receitas muito interessantes, inspiradas ou adaptadas dos (muitos) belos livros que tenho comprado ultimamente,  e a que tenho dedicado muita atenção.

As postagens é que têm sido poucas, porque a velha máquina fotográfica rendeu a alma, e a minha fotógrafa de serviço (olá filha! ) tem estado muito ocupada com os seus estudos, e nem sempre tem tempo para estas andanças da mãe... 

Há um de que gostei particularmente, por vários motivos: é um livro que fala de viagens e sabores novos e exóticos, está recheado de belas fotografias e receitas, as quais, para além de muito simples e equilibradas, são deliciosas! 



Baseada numa delas fiz esta lasanha bolonhesa, em que, por minha iniciativa substitui a carne picada por soja granulada (uma prática comum cá em casa, já que as minhas filhas gostam de comida vegetariana) e, por sugestão da autora, as placas de lasanha são aqui substituídas por fatias de beringela grelhadas.

O resultado? um prato mais leve, mas de fazer crescer água na boca! Gostámos muito.

Usem a vossa receita de carne à bolonhesa preferida, façam um belo molho béchamel, grelhem a beringela cortada em fatias finas previamente polvilhadas com um pouco de sal e bem escorridas.

Abram um pacote de queijo ralado da vossa preferência ( ou omitam-no, se quiserem eliminar algumas calorias...) e montem o prato  da seguinte forma, enquanto pré-aquecem o forno:

Uma concha de molho béchamel no fundo do tabuleiro, uma camada de fatias de beringela grelhadas, uma camada de bolonhesa; uma camada de béchamel, uma camada de queijo ralado. Repitam esta sequência pelo menos mais uma vez, assim:


Aqui, já está pronta para o forno!
E aqui, o resultado final:

(Quando nos lembrámos de tirar esta foto, mais de  metade da lasanha já tinha sido servida!)

Em breve postarei a receita de uma sobremesa muito simples, cuja receita foi retirada do mesmo livro: mousse de lima.



fevereiro 05, 2013

Afrodite

Este livro, o primeiro que li de Isabel Allende, foi uma agradável surpresa: leve, divertido, cheio de histórias, muita cultura geral e sentido de humor e, melhor de tudo, RECEITAS! E não são umas receitas quaisquer, são receitas afrodisíacas!
Não percam este livro, vão divertir-se um bocado, é garantido :)

Deixo-vos com a Sopa da Reconciliação, pois o mais importante é estar de bem com o ser amado, se não não há afrodisíaco que valha, não é verdade?

"E como estamos a falar de azeite trufado, chegou o momento de oferecer a minha receita para as emergências. Desde que fiz dezanove anos tenho estado casada todos os dias da minha vida, excepto três meses de borga entre um divórcio e o segundo marido. Isto significa que tive aproximadamente 16.425 ocasiões de fazer perder o juízo a um homem. A criação desta sopa não foi coisa do acaso, mas sim da necessidade. É um afrodisíaco praticamente infalível que faço depois de uma zanga forte, como uma bandeira de tréguas que me permite fazer as pazes sem me humilhar demasiado. Ao meu adversário basta-lhe cheirá-la para perceber a mensagem".

Isabel Allende, Afrodite

Nota: Para quem estiver interessado, o livro está com 50% de desconto, na Wook!



SOPA DA RECONCILIAÇÃO
2 chávenas de caldo de carne, frango ou legumes
1 chávena de cogumelos frescos
1/2 chávena de cogumelos Portobello picados
(ou 1/4 chávena de cogumelos secos)
1/2 chávena de  cogumelos Porcini picados
(ou 1/4 chávena de cogumelos secos)
1 dente de alho
3 colheres de azeite trufado
1/4 chávena de natas azedas
sal e pimenta

Se os cogumelos forem secos, colocar de molho em meia taça de bom vinho tinto (Porto), até ficarem esponjosos.
Fritar o dente de alho picado com os cogumelos no azeite, mexendo, durante cinco minutos.
Acrescentar o caldo, o Porto e o azeite trufado (a autora guarda algumas gotas para se perfumar atrás das orelhas ;).
Tempera-se com sal e pimenta e deixa-se em lume brando até os cogumelos amolecerem e "a casa cheirar a paraíso".
No final tritura-se tudo. Deve ficar com consistência um pouco grossa.
Serve-se decorada com as natas azedas, em pratos quentes.



dezembro 31, 2012

Feliz 2013!




Venho fazer votos para que 2013 seja um Bom Ano para todos os meus leitores, com muita saúde e alegria!

E fica uma promessa: a receita desta tarte de frutos vermelhos vai ser a primeira a postar no ano novo...

Tchim, tchim!






setembro 15, 2012

Novos habitantes na capoeira...

 
 


Uma ternura, não são?


julho 11, 2012

Quiche de Courgette e Parmesão, sem massa...


Uma receita leve, que pode servir de entrada ou refeição ligeira, nestes dias mais quentes de Verão.


Os ingredientes são: 

2 courgettes
Sal q.b.
Caril q.b.
20g de sêmola de trigo
30g de parmesão ralado
½ pote de crème fraiche, que pode ser "light"
2 ovos

Pré-aquecer o forno a 200ºC.
Pôr a ferver 250ml de água com uma pitada de sal. Juntar a courgette cortada em cubos e deixar cozer durante 4 minutos, tapada.

Entretanto, numa tigela misturar a crème fraîche com uma colher de café de caril, e o queijo parmesão. Juntar os ovos. Reservar.

Juntar a sêmola à courgette e tirar a tampa, para que a água evapore na totalidade (são 2 ou 3 minutos). Juntar a courgette à mistura de ovos. Misturar bem e verter numa travessa que possa ir ao forno, previamente untada com manteiga e levar ao forno por 35 a 40 minutos. Deixar arrefecer ligeiramnte antes de servir.


junho 17, 2012

Macarrão com queijo

Ontem para o jantar fiz esta massa. Ficou uma delícia, as minhas meninas comeram com gosto e repuseram forças para continuarem a estudar para os exames de final do ano!

A receita vem neste livro lindo do Jamie Oliver, que eu tenho em francês, mas que também está editado em português.


maio 31, 2012

6 anos de Rap'ó Tacho

O Rap'ó Tacho fez 6 anos no dia 3 de Maio e, antes que acabasse o mês, lá me lembrei do facto...
É que eu sou mesmo péssima para fixar datas de aniversário: os meus amigos já estão habituados a receber os parabéns atrasados!...

maio 19, 2012

Dia 19 de Maio
é o:


Promovido pela Fundação de Jamie Oliver.

A Fundação Jamie Oliver Food Foundation foi fundada em 2011 para combater a obesidade e promover o equilíbrio alimentar através de uma melhor a educação sobre nutrição e aprendizagem na cozinha. Tem por vocação acompanhar o movimento cultural para uma melhor alimentação e desenvolver programas para a confecção de alimentos frescos, em casa, na escola e nas empresas.


Mais informações em:


http://foodrevolutionday.com


abril 01, 2012

A minha livraria preferida e... um Soufflé de Arroz

Adoro livros. Enquanto vivi em Lisboa trabalhava no centro da cidade, o que me permitia passar as horas de almoço enfiada nas livrarias... Picoas Plaza, Galerias Saldanha, livraria Buchholz, Monumental... a oferta era grande.
Agora, a viver qui no interior, continuo na mesma, com a diferença de o passeio pelas livrarias ser quase sempre virtual... 
A minha livraria on-line preferida é, sem dúvida, a Wook

Conheço-a há anos, desde que as minhas filhas entraram no secundário, pois passei a comprar através do site os manuais escolares (com desconto!).  Já lá vão uns anos, as meninas já são jovens universitárias.
O serviço da  Wook é exemplar: rápido e eficiente, com entrega em mão. Nunca tive qualquer problema com uma encomenda que tenha feito, para além de ter sempre descontos, nunca inferiores a 10%, às vezes portes grátis, e vales de desconto. A minha alegria quando vejo chegar o senhor das entregas é infantil!...

Foi pois num dos mais humildes dos meus livros de culinária, comprado na minha livraria preferida, que encontrei esta receita, num dia em que fui à procura de inspiração para uma refeição simples e saborosa, como são todas as lá apresentadas :

Encontrei um "soufflé de arroz", mesmo a propósito, pois tinha um resto de arroz da véspera guardado no frigorífico. 
Tão simples, tão rápido, servido com uma saladinha verde!

Então, cá vai:

200g de sobras de arroz já cozinhado
4 ovos
50g de queijo da ilha ralado
sal e pimenta q.b.

Mistura-se o arroz com as gemas e junta-se o queijo ralado. Tempera-se com sal e pimenta e, por fim, juntam-se as claras em castelo, envolvendo com cuidado. Leva-se ao forno pré-aquecido, em pirex untado com manteiga. No final aumenta-se um pouco o calor, para terminar a cozedura e dourar ligeiramente.

Simples, não é? Eu, gulosa, polvilhei também um pouco mais de queijo por cima, antes de levar ao forno. E usei emental ralado, que era o que tinha em casa. Afinal tratava-se de aproveitar sobras...

Desta vez não há foto porque, quando me lembrei, já tínhamos acabado o soufflé!


março 08, 2012

Faça você mesmo....

O grupo dos maluquinhos pela cozinha, em que me incluo, têm a mania de comprar poucas coisas prontas, e perder tempo a confeccionar coisas que os outros se limitam a retirar da prateleira do supermercado... 


 

É por isso que faço maionese em casa, com ovos caseiros e azeite, uma delícia! 
Está bem, há boas maioneses à venda, mas quem nunca preparou maionese em casa, não sabe o que perde! E é mesmo fácil de fazer; não se deixem desmotivar pelos relatos de maioneses talhadas, porque, usando todos os ingredientes à temperatura ambiente, isso não vai acontecer!

No recipiente onde vai bater a maionese, junte 1 gema de ovo (fresquíssima), 1 colher de chá de mostarda (usei de Dijon) e 1 colher de sopa de sumo de limão ou vinagre. Tempere com sal e pimenta e misture bem. Há quem diga que se deixar repousar esta mistura por 5 minutos evita que a maionese talhe... Eu sou das apressadinhas (que às vezes estragam tudo com a impaciência) e não espero, começo logo a adicionar 1,5dl de azeite. Primeiro gota a gota, e depois, quando a mistura começa a dar sinais de encorpar, em fio. Se não se sentem muito confiantes, usem apenas óleo da primeira vez, assim evitam deitar fora bom azeite, se a coisa der para o torto...
No final juntem um pouco mais de sumo de limão ou vinagre - eu fiz a minha usando exclusivamente sumo de limão - e uma colher de sopa de água a ferver, que ajuda a preservar a maionese por mais alguns dias e a fluidifica um pouco.

Com peixinho, com saladas, apenas barrada num pedaço de pão...




fevereiro 13, 2012

"Petiscos e Granitos"

... é o nome do pequeno restaurante onde almoçámos no passado Domingo, em Monsanto.

Das especialidades da casa:

Gratinado de polvo com queijo de ovelha
Perdiz estufada com quatro pimentas
Costeleta de borrego na brasa
Javali no barro com lombardo
Cabrito à beirão
Sopa do barrocal

apenas nos foi proposta a primeira., que não escolhemos.

Dos pratos do dia ficámo-nos pelo polvo à lagareiro:


Bacalhau à lagareiro :


e bochechas de porco ibérico grelhadas :


Para além das batatas a murro havia para acompanhamento esparregado, feito com pão, que eu andava com vontade de experimentar, e de que gostei muito.

Para sobremesa pedimos toucinho do céu, tarte de amêndoa e bolo brigadeiro, tendo declinado as tradicionais papas de carolo,de que gostamos muito, mas que são corriqueiras aqui por estes lados. Mas recomendo a quem as não conhece. A receita está publicada aqui no Rap'ó Tacho.
É pena que não incluam outros doces regionais portugueses em lugar do brigadeiro (brasileiro?)
Comemos bem, embora pessoalmente ache o preço por dose (individual) um pouco excessivo. Mas o que de facto estranhámos foi o preço do vinho de casa: cobraram-nos 9€ por meio litro, servido no jarro!! Teria sido engano? O vinho era bom, é verdade, mas o preço é perfeitamente injustificado!...

Depois de Monsanto visitámos ainda a velhíssima Sé Catedral de Idanha-a-Velha e ficámos com pena que o Lagar de Azeite estivesse fechado ao público, apesar de, a fazer fé no horário afixado, dever estar aberto...

Estava muito, muito frio, mas o passeio valeu muito a pena :)